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NADA DE NOVO

                   Tinha por habito dizer quando o chefe lhe perguntava sobre algum caso, “nada de novo no Front”, porque muitos casos da delegacia estavam sem resolver, ele podia atribuir a muitos fatores, principalmente que o pessoal era relapso.     Mas o chefe era chapado a antiga, permitia muitas coisas, pois a maioria dos homens estavam ali ao mesmo tempo que ele. Isso o desanimava, os seus casos, eram os únicos, que terminavam, diziam que ele era como um animal atrás de uma presa ou vítima, em colocar a culpa. Mas seus relatórios eram perfeitos, trabalhar nas delegacias fora do centro de Londres tinha isso, podia ter até calma para escrever, revisar os mesmos. Só lhe davam casos de assassinatos, pois o chefe sabia que ele qual um cão de caça, iria atrás do assassino. Tinha agora entre as mãos um caso, complicado, por culpa dos próprios policiais que tinham atendido primeiro, depois os dois inspetores que...

ALTO E CLARO

                                              Tinha sido sempre uma pessoa diferente, agora o era fisicamente também, ia assumir seu novo posto como inspector chefe numa delegacia em Berlin, em Mitte, era como voltar ao passado, tinha saído da cidade a quinze anos, voltava por cima como se diz. Sua família sempre tinha sido todos da polícia, inclusive seu pai, policia de rua, na época que essa parte estava do lado oriental, mas nunca fez parte da Stasi. Era um homem honrado, duro na queda, em casa como sempre como éramos muitos as coisas eram controladas. Filho do segundo casamento de seu pai, do primeiro ele tinha três irmãos totalmente diferentes dele, altos, grandes fortes, loiros de olhos azuis. Ele ao contrário, era mais baixo, quando muito, isso cruzando os ...

ADAN FAISSAL

                                                    Nem sempre aprendemos tudo pelas boas, esse era o caso de minha mãe, sempre se achava acima do bem e do mal, tinha me raptado em termos curto e grosso, depois que perdeu para meu pai num juízo em Paris, minha guarda. Me tendo era uma maneira dela conseguir dinheiro, só notificou que estava no Brasil, um número de conta num banco. Fomos morar primeiro numa quitinete de uma amiga sua, depois quando o dinheiro ficou curto, na casa de minha avô, na Cruzada de São Sebastião, no Leblon, bem no canal, era o famoso apertamento, pois minha avô que nessa época vivia sozinha, usava um dos quartos para costurar para fora. Mas me recebeu como um rei, nunca tinha me visto, minha mãe tinha ido com um...